Essa via Twitter do Raphael Günther,

Lembro como se fosse hoje minha primeira laranjinha. Um boteco perto da casa da vó com um dos meus Tios. Ele uma mardita, eu uma laranjinha. Meus 8 anos.
Essa via Twitter do Raphael Günther,

Lembro como se fosse hoje minha primeira laranjinha. Um boteco perto da casa da vó com um dos meus Tios. Ele uma mardita, eu uma laranjinha. Meus 8 anos.
Ir para praia é sempre uma experiência da baixa gastronomia. Não tem como não pegar nada que os ambulantes vendem. Enche-se a mesa de coisas e, uma delas é o delicioso queijo-coalho com orégano.

O nordestino Foguinho (Luiz), como é conhecido, é o ambulante encarregado-geral dessa churrasqueira. Prepara, vende e assa o queijo para os turistas.
Contou-nos também que ainda estava de ressaca do carnaval. Pulou os dias de folia em Navegantes, Itajaí e Balneário. Falou algo sobre uma peruca loira e uma blusa rosa que confesso não captei muito bem…

… mas ao ser oferecido um copinho de cerveja retrucou agradecendo: “rapai, se eu tomá um gole páro hoje mai não“.
O preparo é simples, com uma churrasqueira portátil e um saco de carvão na mochila, ele “assa” o seu queijo em questão de minutos. O acompanhamento de orégano é opcional.
Custo R$ 3,00 a unidade ou 2 por R$ 5,00. Encontramos o Foguinho desta vez na Praia Brava (sul da lagoa).
Ponto de encontro de universitários duros, com o dinheiro contado para o lanche e uma cervejinha. Bem vindo ao Madrugadão Lanches da Antônio da Veiga. Fica bem pertinho da Universidade, esquina com a Rua Joinville.
Esse aí abaixo foi pedido pelo amigo Fernando, rapaz sempre faminto, mandou botar dois hambúrgueres logo de cara.

No dia estavam servindo Double Antartica 600ml por R$ 5,00. Pediu uma, vem duas! E o X-Salada R$ 8,00, já com o hambúrguer extra.
Mais informações, aqui.
Em Balneário Camboriú está acontecendo essa campanha de conscientização sobre o álcool!

O BG tem também a responsabilidade social. Vamos executá-la!
Meu amigo Jaison de Souza/Rio do Sul, esteve em Brasília final do ano passado e foi recomendado visitar um restaurante simples que serve com louvor esse tão famoso peixe de água doce.

Comenta ele que o lugar é muitíssimo bem frequentado, fica na Vila Planalto e tem telhado de zinco com água sendo jorrada o tempo todo para amenizar o calor. Não sei se é o mesmo restaurante, mas achei uma reportagem no PEGN dizendo que o restaurante vende 3 toneladas de traira por mês!


Esse é um post do Leitor, se você deseja nos enviar sugestões, fique a vontade!
Meus envolvimentos com o mestrado me proporcionaram a oportunidade de conhecer uma família de amigos de Roraima, que vieram a Blumenau (Minter – FURB) defender suas teses neste fevereiro 2010. Pessoal show de bola, com o qual tenho convivido nas últimas duas semanas.
Última quinta (11), o Felismino assou diversos filés de Tambaqui pro povo, que se reuniu pra tomar uma cerveja, esfriar a cabeça um pouco e matar a saudade da comida de casa.

Tambaqui é um peixe amazonense, que aqui na bacia do Rio Paraná é chamado de Pacu Vermelho. Temperado apenas com limão e sal, foi servido com arroz, farinha (de Roraima, é mais grossa que a conhecida aqui) e pimenta. Uma real delícia!
Não esquecendo das duas pimentas (também de Roraima, é claro), o que mais chamou atenção foi o modo de preparo. Aqui estamos acostumados a ver pimenta embebida em vinagre, azeite, óleo-de-oliva. Esta é feita no “suco” da mandioca espremida, chamado Tucupi.
Abaixo meu prato e uma das pimentas.

Aqui a turma toda reunida com seus professores orientadores.

Valeu galera, vocês são 10! Muito sucesso nos seus projetos!
Ps: Aguardem, eu vou lá visitar vocês, hehe!
A imagem diz tudo:

Descobri que o Bar não tem nome… ele fica na frente da Bunge em Gaspar!
Já havíamos passado por lá!
Resumindo: 1 Boehmia, 1 espeto de codorna e 1 rollmops por R$ 6,25
Galera, surgiu uma idéia e gostaria de compartilhar com vocês e ver quem topa, beleuza? O Rodrigo Gomes apontou, gostei e, acho que dá pra movimentar a moçada…

Abrindo o apetite
A maioria do pessoal que vive no Vale do Itajaí e região conhece as cervejarias artesanais! Inclusive as prefeituras promovem a famosa “rota-do-chope“, certo? Porém, ao sairmos daqui, em conversa com amigos, percebemos que poucas pessoas realmente conhecem todas e muitas nem sequer sabem quantas tem!
A idéia
Pensando nisso resolvemos fazer um Dia de Cervejeiro. Reunir o pessoal para ir até uma das cervejarias, passar a tarde e provar o que elas tem de melhor: o chope!
Como junto do líquido vem muito mais, pensamos também em: tour pelas fábricas, petiscar uma Baixa Gastronomia, fazer amigos, socializar e assim, de maneira divertida, divulgar nossa região.
Ainda poderíamos fazer resumos individuais das experiências. Uma forma de marcar o encontro e a cervejaria por completo.
Como a web2.0 é interativa, vamos lá: o que vocês acham? Topam? Que venham as sugestões!
Sei lá se podemos chamar de baixa gastronomia… mas que tinha um sabor único tinha.
Pensa no gosto da casca do pinhão feita na chapa ou na brasa… agora mistura com o sabor do palmito normal e uma boa manteiga quente por cima. Talvez o toque final seja o sabor do Flor de Sal, que é importado e difícil de ser encontrado.

Essa maravilha é um dos pratos do restaurante MADERO em Balneário Camboriú e custa R$ 36,50.
Av Atlântica com a rua 2900.
Fone: (47) 3367 8009
www.restaurantemadero.com.br
Alguém mais aí curte um arroz com chucrute, salsicha e mostarda preta (patrocinadores se manifestem!)
Não sei se é por causa da descendência germânica, mas é uma delícia!

Só cuida pra não comer junto com ovo de codorna. Explosivo!