As vezes bebemos um pouquinho… não?

As vezes bebemos um pouquinho… não?

Final de semana sossegado, baralho com os amigos, e pra ajudar a descer a cervejinha uma tábua de frios com muito queijo.

O queijo vencedor no quesito paladar foi este sextavado.
Tábua elaborada pelo amigo Samir Neckel, que não deixou faltar absolutamente nada para os visitantes. O pepino e a azeitona mesmo pareciam brotar de dentro da geladeira.
E como não dá pra agradar todo mundo, tem que comprar a cerveja sempre meio-a-meio. Para os que vão de Heinecken e para os que não largam uma Brahma.

Aos “Heineckenses”, vários supermercados de Balneário Camboriú agora tem freezers especias da marca com a preciosidade trincando, em forma de lata, long-neck e barrilzinho (5 litros).. Vale a dica!
Olá estimados leitores do Baixa, gostaria de pedir desculpas pela ausência dos últimos dias.
Hoje, trago uma novidade de uma recente viagem que eu e minha esposa fizemos na primeira semana de Janeiro.
Passeando por Buenos Aires, nos deparamos com a Pizzaria “EL CUARTITO – LA BUENA PIZZA” .
Descobrimos que é a mais tradicional pizzaria da Argentina, presente ali desde 1932.
A pedida é sem dúvida a “Da Casa”, ingredientes selecionadíssimos e um ovo estalado no meio de tudo fazem a diferença e, chegamos até brincar que a melhor pizza de São Paulo está em Buenos Aires :)

De quebra Chopp Quilmes 650ML ( era o menor ) e muito azeite de oliva Yancanello ( Excelente)!

Nossos “hermanos” deram um show!!
Pizza + 5 choops = 34 Reais!
A pizzaria fica na Rua Talcahuano, 937.

Passeando pela Praia dos Ingleses, norte da Ilha de Florianópolis, e com sede. Eis que quando abro o freezer de um mercadinho local me deparo com esta long neck distinta.

Cerveja Patricia, uruguaia e de grande valia. Legal é a “falta” de rótulo na parte central da garrafa, personalizada.
Não me recordo do preço, infelizmente, mas lembro que não era muito diferente do da Heinecken long neck, por R$ 2,75.
Sinceramente não me conformo de estar mais de 20 anos rodando os bares de Balneário Camboriu, Itajaí, Blumenau e muitas outras cidades e até então não ter conhecido o Seu Valdir.
Na segunda fui até Blumenau, na volta, resolvi parar e tomar aquela cervejinha da segunda-feira sem igual!
O seu Valdir está naquele ponto há 27 anos, e o ambiente é mutíssimo bem freqüentado por empresários e formadores de opinião… isso tudo em Itajaí/SC.
Olha a churrasqueira de álcool que foi criada para tirar a gordura das lingüiças!

Entre uma Brahma e outra e bom papo com os amigos do Almirante Barroso ( futebol ), Nilson Bettoni e o colega Adir Celant, quem não deixava de nos ciceronear, óbvio , era seu Valdir!!

Como todo bar tradicional que se preza, sempre tem uma brincadeira… e não demorou muito pro dono da casa trazer a famosa caixinha que “não abre”, ou melhor, não abria!

Em poucas palavras… vale a pena conferir de verdade!!
Dezembro, aquela pilha de coisas a serem feitas antes de sair de férias e uma sensação única: a da chegada do verão!
Todo mundo sonhando com um lugarzinho na praia, um isopor cheio de cerveja, amigos(as), protetor solar e as meninas caminhando de biquini.
Pra ajudar na imaginação, Cerveja Sol iluminada – pelo sol.

Fico sonhando com praia nestas lindas tardes ensolaradas.
Acho que de todas as idas aos botecos que o Baixa Gastronomia me proporcionou, de longe achei este o mais repleto de belezas naturais, e escondidas.
Amigo nosso de Guaramirim, Vinicius Maiochi, tem por hábito visitar clientes no interior do município. Por algumas vezes já pedi para ele nos levar aos botecos nos arredores de seu trabalho. O rapaz conhece tudo, já foi em todos é um conhecedor nato de toda a qualidade e diversidade que o interior nos oferece.
“Já que vocês pediram para conhecer o melhor, vou levá-los. Mas já vou avisando, é longe!”, disse ele para nós. Acreditamos e seguimos por 20km de estrada de terra, à beira do Rio Itapocú, com trechos em que o rio tinha até comido parte da estrada e, por fim, chegamos a uma residência. Estacionamos na frente da porta e já pelo canto da casa podíamos ver o rio passando nos fundos.

“Sejam bem vindos”, nos recebeu Sêo Dedé, que por de trás de um balcão comprido já demonstrou em seu rosto felicitações por rever o “Víni”. Pela janela de seu boteco, aquelas com cortinhas xadrez azul (do tempo da minha ôma), víamos um largo rio que detinha uma queda natural fazendo com turbulência uma extensa corredeira.
Não demorou muito e já estávamos nos sentindo em casa. Ganhamos de brinde até uma porção caseira de pepino em conserva.
O lugar também recebe o pessoal que gosta de pescar no rio, tem espaço para acampar, e de quebra lindas vistas do pôr-do-sol. Caso queira passar o dia, reserve com a esposa do Sêo Dedé para ela fazer o almoço.

Combinamos voltar, na próxima para provar o almoço e os tantos outros botecos que passamos à caminho deste.
Veja mais fotos aqui.
Fui em um jantar na última quinta-feira em Jaraguá do Sul. Após o jantar, depois já de váários beberites, decidimos então não nos dar por “fracos e sem talento” e continuar a bebedeira (como se poderia ser diferente, afinal é só quinta). “Cara, tá tudo fechado, só tem o Bar do Oca” – Disse Alguém. “Vamo lá jogar sinuca então”, retrucou o Pingua.
Dito e feito, entramos no carro e fomos parar lá. O lugar parece um snooker-bar. Telha de eternit, várias mesas de sinucas em um amplo salão, cerveja gelada e um senhor gordão por de trás do balcão. Este, a princípio um pouco assustador, mas depois que entre uma cerveja e outra foi conversando se mostrou bastante divertido.
“Vê mais um basquetinho, por favor”, pediu o Médico às margens do balcão a nossa volta. Calma, eu explico! Whisky (Passport neste caso) e refrigerante. A partir daí já comecei a pensar diferente!

Vou ter que voltar outras vezes, chegamos tarde, já não tinha mais ninguém, queria ver aquele salão cheio de gente.
O Oca, quando perguntado se não iria fechar, respondeu – “Vou fazer o que em casa? Vou ver o jogo de vôlei feminino (apontando pro telão). Eu só consigo dormir a partir das 8h da manhã mesmo! Se eu for pra casa eu não vou ganhar dinheiro, aqui ainda pode aparecer alguém para beber!”
Voltaremos para mais sinucas, basquetes e papo à beira do balcão Oca! Abraço!
PS: A frase mais marcante: ”Eu sou o dono, o garçom e o segurança! Não vale a pena pagar ninguém pra me roubar”.
Foram algumas festas com essa bela cerveja!!

Nas idas e vindas noturnas da 3a. avenida de Balneário Camboriú, caminho percorrido para as visitas no Ice Beer, olhava para aquela, que na minha concepção, não passaria de uma adega para socorrer os bebedores das casas da redondeza. Com o tempo surgiram mesas e cadeiras na calçada e a famosa churrasqueira de latão com 5 variedades de espetinhos. Para registro no BG, fomos eu e o Véio Lico conferir o motivo do furdúncio noturno no local.
Cervejas nacionais e importadas, churrasco bem feito, vinhos nacionais e, o mais surpreendente, uma tal de Bottarga di Muggine – ova de tainha processada artesanalmente e exportada para diversos países – produto com cara de gringo feito em Itajaí.
Nas fotos, sentido horário, a adega de vinhos, churrasquinho de queijo coalho, cerveja argentina Schneider, a Bottarga e sua embalagem, iguaria conhecida como o caviar do mediterrâneo. O homem da casa promete, ainda esse ano, servir sandubas assados para atender a nova academia que fica em cima da adega.
Terceira avenida, esquina com a rua 500. Vale a parada.

Na parada do Blu Lanches para acompanhar o jogo do Brasil pelas eliminatórias, demos de cara com a promoção do chopp Wunder Bier, até então desconhecido por minha pessoa. Por 2 real, resolvi arriscar e experimentar o líquido. Com sabor leve, o chopp entra na categoria “vale quanto pesa”.

Aí resolví voltar para a minha Heineken mesmo, para acompanhar os nuggets.





O melhor pastel do mundo… Ok, assunto polêmico, até porque todo mundo tem uma opinião formada sobre o assunto. Mas no meu caso, para degustar essa iguaria não tem lugar mais indicado do que a Lanchonete Rio da Prata, à beira da Rodovia SC 301, mais conhecida aqui na região como Estrada Dona Francisca, no caminho pra quem sobe para a serra de Campo Alegre, São Bento, por aí vai. Com mais de 100 sabores no menu e ‘N’ outros que você pode criar, o local é simples, autêntico e super bem frequentado, tanto em quantidade de público quanto em qualidade. Os dois que pedi, clássicos da casa foram um de carne, ovo e azeitona, outro de calabresa e queijo. Essas belezuras foram devidamente apreciadas acompanhadas por um par de Caracu e um número ainda não muito definido de doses da cachaça produzida no próprio local. Super recomendado, fica a dica. E um ótimo fim de semana para todos!
ps.: confiando na onipresência da WEB, achei que chegando em casa iria achar muito mais informações de cunho logístico sobre o local. Mas, não rolou. O máximo é isso até agora:
Particularmente, gosto de experimentar diversos tipos de cerveja. Mas confesso que tenho um certo carinho especial pelas mais fortes e escuras. Quando adentramos este botequim em São Paulo, logo me deparei com uma propaganda da Brahma Black. Novidade, nunca tinha tomado, resolvi provar.
Quando o garçom o trouxe não acreditei, um sentimento único me bateu por conta da experiência que estava passando. “Parece que tá vivo” – falei para o meu amigo. Servido em um copo todo especial, o creme junto com o chope forma o chamado “Efeito Cascata“. Enquanto você degusta o chope, fica assistindo ao líquido e o creme se separarem formando a “cascata” pela lateral do copo. Indescritível em palavras, vejam:

Mas espééére, Brahma Black não está em todos os lugares, apenas disponível em alguns pontos da capital paulista, Rio de Janeiro e agora também em Ribeirão Preto.
Poxa, os catarina assim ficam tristes.. Também queremos ela por aqui!
Alguém aí já viu chope da Stella Artois aqui na nossa região sul? Veja que digo chope, não cerveja!
Segue o registro feito em um botequim muito aconchegante na capital paulista, já não me recordo do nome do requintado estabelecimento, mas do chope eu lembro, e bem! Delícia!

UPDATE: Lembrei do nome do botequim, José Menino. Fica na R. Aspicuelta, 569 – Vila Madalena – São Paulo – SP.